Criminoso preso por morte de PM emagreceu e se escondeu em favela para enganar polícia, diz secretário
Rafael Amorim de Brito, um ano após fugir de MT por suspeita de matar um policial militar — Foto: Divulgação
O secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, coronel César Rovere, disse que Rafael Amorim de Brito, preso pela morte do policial militar Odenil Alves Pedroso, em Cuiabá, emagreceu para “mudar de aparência” e driblar o trabalho de inteligência da polícia. Ele foi preso nesta quarta-feira (7), no Complexo do Alemã, no Rio de Janeiro, onde se escondia desde o crime, ocorrido em maio de 2024.
Rafael integrava a lista vermelha dos oito criminosos mais procurados do estado. As forças de segurança também ofereciam uma recompensa de R$ 10 mil pela captura.
“Você pode ver nas imagens, ele está muito mais magro, tentando ter outra aparência para desviar o trabalho de inteligência, mas isso não foi obstáculo para que as nossas forças de segurança”, afirmou o coronel.
O coronel afirmou que ele possui uma extensa ficha criminal e era considerado de alta periculosidade. Segundo Rovere, o suspeito tem passagens por tráfico de drogas, roubo, estupro e homicídio.
Trabalho da inteligência
De acordo com a Secretaria de Segurança, o monitoramento de Rafael era feito de forma contínua e incluiu o uso de drones e equipes de inteligência em campo. As imagens da abordagem e da prisão foram registradas pelas forças de Mato Grosso, que acompanharam a operação em tempo real.
“Foi um trabalho técnico, de inteligência, que durou mais de um ano. Assim que ele cometeu um deslize e saiu da favela para praticar um roubo, conseguimos fazer a abordagem com o apoio da Polícia Militar do Rio de Janeiro”, explicou o secretário.
Rovere informou ainda que a transferência do suspeito para Mato Grosso já foi solicitada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Assim que houver autorização da Justiça, o recambiamento será feito por meio da aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). Para o secretário, a prisão envia um recado claro à criminalidade.
“O criminoso será trazido para responder pelo assassinato do sargento Odenil e por todos os crimes cometidos no estado. Não adianta cometer crime em Mato Grosso e tentar se esconder em outro estado ou até em outro país. Nós vamos buscar, dentro da legalidade, onde quer que esteja”, concluiu.”, afirmou.
Relembre o caso
Há cerca de dois anos, Rafael de Brito foi flagrado atirando contra um PM, em uma unidade de saúde. O policial militar foi atingido na cabeça e não resistiu aos ferimentos. Mais de 300 policiais foram mobilizados à procura dele naquela época.
Câmeras de segurança próximas ao local registraram o momento em que o suspeito chega na unidade de saúde e se aproxima da vítima, já atirando.
Segundo a Prefeitura de Cuiabá, o militar fazia parte do terceiro batalhão e foi escalado para serviço na UPA. Ele foi atingido na cabeça quando saia da unidade, por um homem que estava passando em uma motocicleta.
Três suspeitos de ajudar na fuga do homem que teria matado Odenil foram mortos em confronto com a PM, no dia 29 de maio, em Sinop, a 503 km de Cuiabá.
Os policias conseguiram prender o homem, que, ao ser questionado sobre ter tentado fugir, disse que seria por ter ajudado Rafael. Ele foi levado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.
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